⚠ Direito Bancário · Fraude

Sofreu fraude bancária?
O banco pode ter responsabilidade.

Falsa central do banco, golpe do motoboy, falso advogado, WhatsApp clonado — em muitos casos a instituição financeira responde pelo prejuízo. Orientação especializada em todo o Brasil.

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Golpes bancários que atendemos

Em cada um desses casos avaliamos a responsabilidade da instituição financeira e orientamos sobre os caminhos para defender seus direitos.

Falsa central do banco

Criminosos ligam fingindo ser a central de segurança do banco, alertam sobre "transação suspeita" e convencem a vítima a fazer um PIX para uma "conta segura" — que é deles.

Falso presente / cesta básica

A vítima recebe mensagem dizendo que ganhou um prêmio ou cesta básica e precisa pagar uma "taxa de entrega" via PIX. Não existe presente — apenas o golpe.

Golpe do motoboy

Após a ligação da "falsa central", um "funcionário do banco" vai até a casa da vítima buscar o cartão para "cancelar". Com o cartão e a senha, realizam saques e transferências via PIX.

Falso advogado

Golpistas se passam por advogados, prometem resolver dívidas, liberar benefícios ou garantir indenizações e cobram honorários via PIX antecipado — e somem com o dinheiro.

WhatsApp clonado

Criminosos assumem o controle da sua conta e aplicam golpes em amigos e familiares pedindo PIX — situação que pode gerar responsabilidade da operadora ou do banco.

Engenharia social

Manipulação psicológica sofisticada para que a vítima forneça dados bancários, senhas e tokens — criando situação de urgência e medo para burlar os sistemas de segurança.

Se você passou por isso, conheça seus direitos

  • Fez um PIX e só depois percebeu que foi golpe
  • Recebeu ligação de "gerente do banco" e perdeu dinheiro
  • Seu WhatsApp foi clonado e usaram sua conta para aplicar golpes
  • Caiu no golpe do falso presente ou cesta básica via PIX
  • O banco nega qualquer responsabilidade pelo prejuízo
  • Não sabe se tem direito e tem medo de perder o prazo

O banco pode ser responsabilizado.

As instituições financeiras têm dever legal de manter sistemas seguros e prevenir fraudes. Quando falham nessa obrigação, o Código de Defesa do Consumidor abre caminhos para exigir reparação.

Mesmo que você tenha "autorizado" a transação, a autorização obtida por meio de fraude ou coação pode ser questionada juridicamente. Cada caso tem suas particularidades — e uma análise especializada é o primeiro passo.

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Como funciona o atendimento

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Você entra em contato

Preenche o formulário ou nos chama no WhatsApp com um breve relato do que aconteceu.

2

Análise do caso

Avaliamos a situação, os documentos disponíveis e identificamos os fundamentos jurídicos cabíveis.

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Estratégia e atuação

Definimos juntos o caminho mais adequado — extrajudicial ou judicial — e atuamos em defesa dos seus direitos.

Dra. Lorena Raeli — Advogada especialista em direito bancário

Dra. Lorena Raeli

Advogada especializada em direito bancário e defesa do consumidor, com atuação focada na proteção de vítimas de fraudes, golpes e abusos praticados por instituições financeiras.

Pós-graduanda em Direito Bancário, com dedicação exclusiva ao nicho bancário e formação continuada por meio de mentorias especializadas. Atende clientes em todo o Brasil de forma 100% remota.

Sua missão é clara: garantir que o consumidor tenha ao lado alguém com conhecimento técnico para enfrentar grandes bancos em condições de igualdade.

Especialista em Direito Bancário
Pós-graduanda em Direito Bancário
Defesa do consumidor bancário
Atendimento 100% remoto — todo o Brasil
OAB/RJ nº 180.931

Perguntas que todo mundo faz antes de buscar ajuda

Sim, em muitos casos. A autorização obtida por meio de fraude, engenharia social ou coação não é considerada juridicamente válida. Além disso, os bancos têm obrigação de identificar padrões atípicos e prevenir transações fraudulentas — mesmo quando há aparente "autorização" do cliente. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.
Depende do prazo prescricional aplicável ao seu caso — que pode variar conforme a natureza da ação. O mais importante é buscar orientação o quanto antes para verificar se o prazo ainda está em aberto e não perder a oportunidade de agir.
A posição do banco na via administrativa não é a última palavra. A negativa da instituição não impede a busca dos seus direitos na via judicial. O posicionamento do banco é natural — ele não vai assumir espontaneamente — mas a análise jurídica independente pode revelar um cenário diferente.
Não. O atendimento é 100% remoto, por WhatsApp e videochamada. Atendemos clientes em todo o Brasil. Documentos são enviados digitalmente e as procurações podem ser assinadas eletronicamente.
Para a análise inicial, basta o relato do que aconteceu. Para avançar, geralmente precisamos do comprovante da transação, extrato bancário, boletim de ocorrência (se registrou) e qualquer conversa ou e-mail com os fraudadores. Orientamos sobre cada documento conforme o seu caso.
As condições de honorários são definidas após a análise do caso, de forma individual. Entre em contato para que possamos entender a sua situação e apresentar as possibilidades de atendimento.

Não fique na dúvida.
Conheça os seus direitos.

A análise do seu caso é o primeiro passo. Quanto antes você buscar orientação especializada, maiores as chances de agir dentro dos prazos legais.

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